sábado, 18/maio/2024
Poesia jurídicaO poeta jurídico e sua profissão

O poeta jurídico e sua profissão

Todo mundo que se forma em Direito pode escolher em qual profissão ou cargo público deseja trabalhar, como: Advogado, Promotor, Procurador, Magistrado, Delegado, Defensor Público, Professor, Pesquisador, Tabelião, Escrivão e etc… mas, ninguém nunca falou que a pessoa formada em Direito também pode ser poeta jurídico.

– E por acaso poeta é profissão? – Alguém pode questionar.

Sendo assim, fiz essa poesia…

aplicando

 

Poerídica: O poeta jurídico e sua profissão

 

Ainda não sou Advogado,

tampouco Promotor,

mas eu estou apaixonado

aplicando as leis do amor.

 

Não sou Delegado,

muito menos Juiz,

mas fui condenado

a viver feliz.

 

Defensor público não sou,

Serventuário também não,

eu sou aquilo que brotou

da paixão.

 

Não sou Oficial, nem Fiscal,

nem Procurador, nem Auditor.

Eu sou a prova não verbal

de quem ama com fervor.

 

Fui desclassificado como Tabelião,

não passei pra ser Escrivão,

mas consegui a nomeação

pra ocupar algum coração.

 

Não sou Analista Administrativo,

não sou Técnico Judiciário,

eu sou moralista ativo

com caráter solidário.

 

Reprovaram-me como pesquisador,

não me admitiram como professor,

me intitularam como amador,

me tornei réu e me fiz autor.

 

Não tenho carro, nem cargo,

Não tenho status, nem crachá.

Eu sou poeta jurídico,

minha profissão é amar.

Escritor, poeta e advogado.

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