Na Inglaterra estima-se que são consumidas anualmente 38 toneladas de cocaína. O país é considerado o maior consumidor de cocaína aspirada (cloridrato de cocaína, em pó, aspirada pelo nariz) do mundo.

A classe média britânica, economicamente robusta, não gosta de Crack (derivado outro da pasta de cocaína, misturado com um elemento de base livre, como bicarbonato de sódio, e aquecido até virar pedra. Bota-se a pedra num cachimbo e, com um isqueiro, incendeia-se a pedra e aspira-se a fumaça pela boca).

Lá, o Crack é considerado droga de pobre, ao revés do pó, que evoca aspirações múltiplas de status social, poder e sexo.

Quem fuma Crack não transa. Não consegue. O efeito único e intenso que o Crack provoca é, para muitos de seus usuários, “melhor do que um orgasmo”.

Quer dizer, supõe-se que quem fuma Crack é pobre e frustrado sexualmente.

artigo crack-34 O Crack começou a ser noticiado em 1984, nos Estados Unidos, e tão logo ingressou no mercado, angariou os consumidores americanos excluídos do mercado de cocaína aspirada – produto muito mais caro.

E, justamente por ser barato e causar efeitos muito mais intensos do que os da cocaína aspirada, o Crack passou a ser concebido como uma droga de caracteres endêmicos.

Nos anos oitenta e noventa, ápice da guerra americana ao narcotráfico, as notícias que chegavam ao Brasil pela televisão davam conta dos tsunamis sociais que o consumo desenfreado de Crack causava na sociedade americana.

Em seu percurso de destruição, e demonstrando grande poder de penetração social, até o prefeito de Washington, em janeiro de 1990, Marion Barry, foi pego, pelo FBI, fumando Crack.

 

E, nesse momento, nos Estados Unidos, começou a se questionar se o Crack era mesmo uma droga de pobre e de frustrados sexuais, somente. A vida sexual do Prefeito, amplamente divulgada, não parecia comprovar a assertiva.

Naqueles tempos, o Brasil acompanhou pela televisão todos os esforços americanos para debelar a “epidemia”.

Atualmente, nos Estados Unidos, a grande preocupação, a qual também se confere caráter “endêmico”, é com as Metanfetaminas, especialmente o Crystal Meth (derivado químico anfetamínico em pedra, fumado da mesma forma que o Crack) e com as diversas drogas prescritas por médicos – antidepressivos (Paroxetina, o Prozac, Fluoxetina, Venlafaxina, Certralina e etc.) e benzodiazepínicos (Frontal, Rivotril, Lexotan, Diazepam, Valium, e etc.).

O Orçamento da DEA (Drug Enforcement Administration – Órgão americano para repressão ao Tráfico de Drogas) demonstra a redistribuição das prioridades para atender ao aumento da oferta e da demanda por esses tipos de compostos químicos.

O consumo de Crack estabilizou, as políticas de enfrentamento também, talvez por terem estabilizado o consumo. Talvez.

Mesmo assim, a televisão brasileira dá notícia de que o Crack continua, ainda que sem o caráter endêmico, sendo artefato de consumo, junto com a heroína, preferido de boa parte dos americanos de baixa renda. Existem regiões urbanas em cidades americanas consagradas à seu uso.

O que houve? Sucesso relativo das Políticas americanas?

Ou, fim do ciclo expansionista de uma Droga específica? De um produto especifico?

Parece natural e intuitivo que, na busca desenfreada por novas sensações estupefacientes, é da dinâmica humana o desenvolvimento, graças à exuberância da Química moderna (e aqui se compreende também a Química dos grandes laboratórios farmacêuticos), de formas sempre novas de produtos que entorpeçam os indivíduos.

O ciclo do Crack nos Estados Unidos foi ultrapassado pelo ciclo, atual, do Crystal Meth. E, com o passar do tempo, novas drogas serão o objeto de desejo da vez.

Existe um processo permanente de substituição de produtos por outros, em busca do estado da arte em termos de entorpecimento. Ou produtos novos ou de novas formas de utilização de produtos já existentes – caso dos benzodiazepínicos e antidepressivos

Essa dinâmica escapa à oposição Legal/Ilegal com que se pretende controlar o uso de entorpecentes, tornando reducionista e estéril a tentativa dos Estados nacionais de tratar a questão das drogas pelo viés proibicionista.

O proibicionismo é um dos reflexos da tendência da reificação, ou entificação ( transferir para uma coisa – o produto químico – atributos e qualidades dos seres humanos) do Crack. É como se o produto passasse a ter vida própria, autônoma e destacada de quem o utiliza. Pessoas passam a glorificar ou demonizar o dito cujo. .

A frase ” o crack mata” é um dos exemplos de reificação mais comuns. O Sujeito ( significando aqui o individuo que usa a droga) desaparece da frase. E desaparece para dar lugar a prevalência do produto sobre o sujeito, quando o que faz matar é a forma que o sujeito imprime ao seu uso de drogas, e não o produto específico em si.

Essa retirada da subjetividade do campo em que se analisa determinados fenômenos atende a uma determinada perspectiva que se quer fazer crer científica – na qual derivam e abundam as pesquisas ditas comportamentais – em franco prejuízo de uma compreensão da complexidade do comportamento humano.

Entender o produto, a coisa, não é entender quem faz uso dele. Mas esse, o que faz uso, parece não importar muito, desde que a coisa esteja sob controle.

No momento atual brasileiro, o Crack se apresenta da mesma forma que se apresentou para a sociedade americana há mais de vinte anos atrás.

Isso não era previsto? Não poderíamos ter aprendido com o que aconteceu com os americanos e, portanto, não teríamos tido tempo de tomar medidas preventivas?

Para alguns, tais medidas preventivas forma tomadas – e a besteira do slogan “diga não ás drogas” seria um dos grandes exemplos de Prevenção.

Para outros, talvez a nossa classe média – robusta e consistente como a Inglesa, e o fato de a cocaína aspirada ter ficado cada vez mais barata, fossem circunstâncias impeditivas para o Crack penetrar tão profundamente em nossa sociedade.

Para muitos, o país estava ocupado demais debelando a inflação, prioridade nacional, e o consumo de drogas era relacionado a elite branca, de classe média alta – a figura de um determinado ex-presidente não se prendeu tão somente ao impeachment.

Talvez porque tenhamos tratado da questão da mesma forma como são tratadas as chuvas torrenciais que a cada ano assolam o litoral. Deixa cair, depois a gente vê como fica…

O Brasil não foi capaz de antecipar o problema, como não foi capaz de dar a atenção necessária ao Alcoolismo dos “cachaceiros” que, anos atrás, largados no meio da rua, foram os “pioneiros” na junção de miséria, criminalidade e uso de drogas.

Essa junção – de criminalidade, miséria e drogas – sempre aparece nas pesquisas e é considerada padrão. Será mesmo? No discurso do senso comum de políticos e pesquisadores não restará qualquer margem de dúvida. Mas quando se decompõe essa relação e se analisa separadamente esses três itens, a relação entre eles começa a ficar opaca e complexa. Difícil demais para se chegar a conclusões tão óbvias.

A Criminologia ensina muito, e uma das lições dela é a de que por trás da aparente sensatez e coerência das pessoas e de seus discursos é que se revela, naquilo que aparentemente não faz senso, o verdadeiro móvel dos seres humanos. Essa junção de aparente obviedade entre crime, miséria e drogas sera, mais á frente, objeto de Artigo específico aqui na Coluna.

O fenômeno fica mais complexo quando se analisa sob outros prismas. Para onde foram os “cachaceiros”? Os mendigos cachaceiros que viviam nas ruas pedindo um real para a ” caninha”? Que cometiam pequenos crimes para sustentar seu vício?  Que batiam na mulher e nos filhos até serem expulsos de casa? Os médicos bebuns que “beberam” sua carreira profissional estarão todos sentados nos bancos de Alcoólicos Anônimos ( por sinal fundado por um deles)? Ou viraram “cracudos”? Estes são “herdeiros” daqueles?

O quanto, a cada geração que se segue a anterior, a sociedade e a cultura contribuem para a fixação, a determinação ( embora apareça como escolha), de artefatos de consumo tóxicos?  O quanto se deve á ordem simbólica?

Em uma sociedade que idolatra o Álcool, que não o considera Droga, ao revés, permite que seja associado à status, poder e sedução (as propagandas de bebida alcoólica não fazem oura coisa que não seja reforçar esses vínculos), como tratar de Alcoolismo?

A cidade partida é também pela partição de Álcool de um lado e Drogas de outro. E o Crack serve muito bem a essa partição.

Nós bebemos, eles usam Crack. Nós, in vino veritas, eles precisam de internação, ou a mendicância será seu destino.

 

O que nós não sabemos é que entre eles também há partição. Existem no Rio de Janeiro inúmeras bocas de fumo que se recusam terminantemente a vender Crack – seus donos não querem as filas intermináveis de moradores de rua, os problemas de logística que seus usuários causam à circulação do “movimento”, o estado de “petição de miséria” que seu uso causa, os “cheiradores de cocaína” que buscam no Crack a última dose após o dinheiro para o pó ter acabado- enlouquecidos pela fissura, comprometendo a “ordem pública” das favelas.

 

Assim como os bares da Zona Sul não desejam os “cachaceiros” pedintes em suas portas.

Juízes, Procuradores de Estado, Advogados não fumam Crack, muito menos médicos.

 

É POSSÍVEL VENCER O CRACK?

 

O que justifica os argumentos ad terrorem que defendem a existência de uma epidemia, a causar todo o tipo de medidas açodadas, nas quais se misturam Leis e medidas estatais casuístas (Programas de Governo, Parcerias com Universidades e Terceiro Setor)? Não dirão mais de quem as propõem do que conferirão efetividade ás soluções propostas?

 

possivel vencer o crack

 

Crack, é possível vencer“, outra frase que reifica o produto, a coisa. Como se, vencido o Crack ( e sabe-se lá o que isso quer dizer), vencidos também a miséria e a criminalidade a ele associados. Internado aquele que o usa,( e reparem como é tentador dizer ” aquele que o usa e é usado pelo produto”) vencidos os motivos conscientes e inconscientes que o fazia usar.

O camarada para de usar e volta feliz e contente para sua casa, abandonando as ruas, arranjando um emprego bacana, um mulher como ele sempre sonhou, e, graças ao Poder Superior – recém descoberto em Narcóticos Anônimos -, ele passa a ter um motivo para viver sem drogas. Para viver sem drogas e para parar de furtar e roubar ( já que ele só comete crimes pelo associação desses com as drogas).

Vencer é sensato demais, coerente demais, perfeito demais. Somente um Governo com portadores de transtornos mentais em seus Quadros para nomear seu Programa dessa forma.

 

Parecem portanto haver pressupostos, em número de três, equivocados no Programa “Crack é possível vencer”, assim como no Projeto de Lei do Deputado Osmar Terra – que, aparentemente, parece ser pessoa bem intencionada.

 

vencer o crack

 

O primeiro é que são elaborados em cima de premissas ad terrorem, pelas quais abundam as perspectivas de flagelo, epidemia e etc.

O que implica em contaminar as medidas com um viés perigosamente maniqueísta.

O segundo é o aspecto persecutório, que aparece na própria nomenclatura do Programa – dando a impressão de tratar-se de uma guerra a ser vencida. “É possível vencer”. Vencer o que, a quem?

A história demonstra que não, não é possível vencer, não é perde e ganha, jogo, guerra.

A política de enfrentamento das Drogas já se revelou ineficiente. O Brasil não possui a pujança econômica dos Estados Unidos, não pode se dar ao luxo de desperdiçar Recursos Econômicos em uma confrontação ad eternum que só se faz possível em terras americanas, ainda que com resultados pífios.

O terceiro, consequência do aspecto persecutório, é o discurso ufanista que se estabelece. Quem, de público, irá criticar um Programa de Governo que tenta eliminar o flagelo da droga? Quem será contra um Projeto de Lei que tenta melhorar a situação dos órfãos do crack?

 

Colocado dessa forma, o espaço para a discussão criteriosa do conteúdo das medidas é substituído por um discurso ufanista em que a crítica é para quem não pensa o Brasil de forma solidária.

E o que ocorre é o alinhamento automático de todos os formadores de opinião, sua adesão incondicionada para o bem do Brasil.

 

Essas três premissas equivocadas – a perspectiva ad terrorem, o caráter persecutório e o ufanismo – comprometem uma análise mais profunda do Tratamento que é ofertado pelo Governo Federal em parceria com Governos Estaduais, Municipais, Universidades e Terceiro Setor.

O modelo oferecido se constitui de uma mescla entre o modelo psiquiátrico e o modelo dos 12 Passos, de Alcoólicos Anônimos e Narcóticos Anônimos.

Esse modelo é o adotado na maior parte dos centros de recuperação particulares.  Ainda que ele seja o utilizado pela maioria, ele não foi escolhido após qualquer processo de seleção comparativa com outros, não houve Licitação ou qualquer outro modo de avaliação detalhada quanto a ser o mais recomendado para o Programa Federal.

 

E aí o Brasil perde uma grande chance de inovar, de se colocar no cenário da saúde mundial de uma forma adequada às suas próprias necessidades, de fazer troca e transferência de conhecimentos, de sair desse círculo vicioso que é a adoção de pacotes prontos, impregnados por um cientificismo superficial e que vêm sendo objeto de crítica pelo mundo afora.

O Governo Federal e seus parceiros não dão notícia de que, sob esse modelo psiquiátrico e de 12 passos, as taxas de êxito são ínfimas. Esse modelo não foi escolhido por ser o mais adequado para tratar, foi escolhido pela ausência de qualquer outro. Foi escolhido porque é o modelo. Ponto.

Assim, na hora de concentrar Recursos Públicos para o tema da Dependência Química, a possibilidade de elaborar, previamente à adoção de determinado modelo, uma abrangente e profunda discussão quanto aos métodos que serão implementados, de modo a estimular nossas cabeças pensantes à seleção prévia do que é produzido ao longo do mundo em termos de abordagens mais eficientes do que as atualmente adotadas, é deixada de lado.

O que se quer é dar uma resposta aqui e agora – o que tranquiliza a consciência de muitos – muito embora já não seja tão importante qual é a pergunta.

A prevalência do modelo psicofarmacológico começa a ser questionado. O envolvimento aético de inúmeros profissionais com os laboratórios farmacêuticos, o escândalo concernente ao artificial TDAH – Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade, a excessiva medicalização como prática profissional preferida, a demagogia no discurso de alguns de seus ícones[1].

Um dos modelos que poderiam ter sido pensado é o de Petros Levounis, Psiquiatra americano que indicou, em sua passagem pelo Brasil em fevereiro de 2013, que o tratamento a ser adotado pode ser o da mescla de atividade física intensa, psicoterapia, dieta específica e ausência total de medicação!

Logo, afastado do modelo o Psiquiatra e a medicação que ele prescreve. A adoção dessa maneira de tratar – e esta é somente uma das propostas – implicaria em uma total modificação do que foi pactuado entre Governo, Universidade e Terceiro Setor. E isso não parece interessar a esses entes.

 

Aqui no País já existem Profissionais da Psiquiatria criticando o próprio modelo – a medicalização e a biologização dos Tratamentos. Como exemplo, as palavras de Durval Mazzei Nogueira Filho:

“Para apimentar um pouco mais a discussão, é possível reconhecer, pelo lado da psiquiatria contemporânea, alguma insistência em diminuir a importância da existência, da história singular, da constelação psíquica familiar, dos encontros e desencontros interpessoais na configuração patogênica de qualquer dos transtornos mentais, tornando essa disciplina uma caixa de ressonância da desumanização em curso na cultura.

O foco das proposições e das terapêuticas está excessivamente voltado aos supostos distúrbios neuroquímicos subjacentes ao sofrimento individual. Reiser concorda com essa posição ao discutir sobre o incremento da importância dos dados neurobiológicos e das terapêuticas biológicas na formação dos jovens residentes em psiquiatria. Rosemblatt e colaboradores tocam no mesmo problema ao comentarem a dificuldade em manter viva, entre os procedimentos psiquiátricos, a atividade menos propriamente biológica – as psicoterapias longas, de base investigativa e interpretativa – diante do crescimento desmedido das proposições biologizantes e dos obstáculos de natureza econômica ( predomínio de critérios fiscais e empresariais) para o estabelecimento e o reconhecimento da eficiência dos procedimentos teóricos e práticos de qualquer outra corrente que não seja  imediatamente empirista e verificacionista. Um verdadeiro e radical não à complexidade. Esta leitura corresponde a mais um argumento favorável ao alerta sobre o engano de acatar, simploriamente, e sem crítica, a tal pureza da atividade cientifica. Assim, setores da psiquiatria, aqueles que acatam sem a devida crítica tais postulados, contribuem para a ambientação ideológica e cultural para “muitas pessoas” imaginem resolver suas angústias, aflições, dilemas e conflitos pela solução toxicomaníaca. Não se trata de conceder aos medicamentos de ação psíquica a mesma posição das drogas ilícitas. Trata-se, apenas, de comentar sobre o excesso que há em negar que o homem e o adoecer devem algo ao símbolo, mesmo que esse não seja encontrado entre a serotonina e a dopamina.

Prosseguindo, a ciência, por vezes, eleva a obviedade a condição de grande avanço, de grande descoberta. É algo radicalmente evidente que as drogas psicoativas exercem seus efeitos no cérebro, nas sinapses, e interagem com os neurotransmissores e receptores da membrana celular. Encontrar aí alguma alteração é, portanto, esperado. Não obstante, concluir que tais alterações no nível bioquímico constituem a base patogênica dos distúrbios comportamentais e psíquicos dos toxicômanos não é nada mais que uma proposição, um ponto de vista. E que pode recobrir-se de um tom reducionista à medida em que desqualifica e obscurece qualquer outra via de saber.  Mas, há que ser admitido, um reducionismo bem de acordo às crenças vigentes. Se a fluoxetina, um medicamento, diminui a angustia de um sujeito, para que investigar e tratar as circunstâncias psíquicas dessa angustia? Demora mais, gasta-se mais dinheiro e as pesquisas controladas não demonstram que a vias psicoterapêutica é mais eficiente que o econômico tratamento por drogas. É tudo muito simples”

 

Essa simplicidade, a eleição absoluta de um discurso absoluto, absolutista, é colocada em cheque à cada vez que a vida encontra um meio, e existem vários meios.

 

Por exemplo, a Democracia e o “do it yourself” ( faça você mesmo), valores tão caros aos americanos, reverberam no processo “democrático” de usar Crystal Meth: dominando Química Básica, o Sujeito “cozinha” o produto em casa, usa quanto quer e vende o excedente.

 

Tudo leva a crer que, após o ciclo do Crack, o próximo produto a fazer sucesso por aqui será a Metanfetamina (Crystal Meth). Quando ela chegar, também nos pegará de surpresa?

 

Forte abraço a todos.

 


[1]Entrevista de Miguel Chalub à Istoé – médicos se vendem aos laboratórios farmacêuticos sem perceber, de forma “inconsciente”. Disponível em:<http://www.istoe.com.br/assuntos/entrevista/detalhe/74405_O+HOMEM+NAO+ACEITA+MAIS+FICAR+TRISTE>

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