Bom…

depois de fazer a leitura de certos artigos da Constituição Federal, dá pra ficar encantado com a belíssima redação e previsão de princípios, direitos e garantias tão maravilhosos. Mas aí você repara como está a realidade brasileira…e…percebe que o que você leu não passou de um mero encantamento…(infelizmente)

 

A seguinte poesia jurídica baseia-se, especificamente, nos art. 3, IV; art. 5º, II; art. 225; art. 6º, IV; e art. 1º, III da Constituição Federal.

da vontade

 

Poerídica: Depois de ler a Constituição Federal…

 

Depois de ler a Constituição,

dá vontade de aplaudir esse país…

 

é objetivo fundamental promover

o bem de todos,

sem preconceitos de origem,

raça, sexo, cor, idade

e quaisquer outras formas

de discriminação.

 

Se é objetivo, é missão!

Não há previsão

de não cumprir,

de não seguir,

de não conseguir.

 

Depois de ler a Constituição,

dá vontade de entender esse país…

 

ninguém será obrigado a fazer

ou deixar de fazer

alguma coisa

senão em virtude de lei,

só que a Lei Maior

exige

que o Poder Público

e a coletividade

defendem e preservem

o meio ambiente,

mas, como impor essa obrigação

se eles não estão

sendo educados para isso?

 

Depois de ler a Constituição,

dá vontade de rir desse país…

 

o salário mínimo,

capaz de atender

suas necessidades vitais básicas

e às de sua família

com moradia, alimentação,

educação, saúde, lazer,

vestuário, higiene,

transporte e previdência social

com reajustes periódicos

que lhe preservem

o poder aquisitivo.

Mas quanto é o salário mínimo?

– R$ 724,00.

 

Depois de ler a Constituição,

(e saber

que a dignidade da pessoa humana

é fundamento

da República Federativa do Brasil)

dá vontade de morar nesse país…

 

…dá vontade de ir pra lá…

…mas onde será que fica

essa tal de República Federativa?

 

Deixe uma resposta