Como Crescer na Advocacia Criminal

Ao iniciar na advocacia, uma das primeiras coisas que você percebe é que a faculdade não te ensina a prática. Essa realidade é dura mas é uma realidade e temos que conviver com ela.

Para reduzir um pouco este impacto, escrevi um Ebook com 3 coisas que você deve fazer e 3 que deve evitar se quer ser um advogado criminalista de sucesso.

Apesar de ser voltado a advocacia criminal, muitas destas dicas podem ser úteis para as outras áreas.

Vou dar um aperitivo, caso queira ir direto para o Ebook gratuito basta CLICAR AQUI.

1º – NÃO SUBESTIME A INTERNET.

Ignorar as redes sociais, e a internet como um todo é um erro muito comum, principalmente para aqueles advogados de uma geração anterior.
Nos dias atuais a informação está a um clique de distância. A procura por um advogado criminal, principalmente para aqueles clientes que não estão presos, costuma ser feita pela internet com a utilização de buscadores. Esta regra também vale para pessoas que são presas em locais que não residem ou não possuem
parentes que possam indicar um profissional.
Esse tipo de busca costuma ser feito com a utilização de termos comuns a nossa área como: advogado, criminalista, criminal, especialista em direito penal, entre outros.
Faça o teste: entre em um computador que você não utiliza com frequência e busque “advogado criminal em (sua cidade)”.
Se o seu nome não aparece em nenhuma página, o seu propenso cliente, que não possui a indicação de ninguém, nunca vai encontra-lo.
Para resolver este problema, aproveite as ferramentas gratuitas que estão ao seu dispor. Use as redes sociais para publicar textos relacionados a área, encontre sites onde possa publicar um artigo ou mesmo um vídeo de um tema relacionado ao direito penal (o Youtube é um lugar excelente pois, além de você já demonstrar a desenvoltura e segurança no domínio da matéria, ele tem a preferência do Google no momento das pesquisas).
Faça com que seu nome e a área criminal sejam vistos pela internet como afins.
Além de aparecer, quando o cliente encontrar algo que você escreveu ou, simplesmente, chegar ao seu nome, ele vai pesquisa-lo.
O grande ponto é, quando alguém colocar o seu nome em um buscador como o Google, o que vai encontrar?
Sabemos que você está começando na advocacia, ou seja, não possui um capital grande para investir, porém, ter um site é fundamental.

Para isso, existem três opções básicas: pagar alguém ou uma empresa para desenvolvê-lo; utilizar provedores pagos com ferramentas para que você possa cria-lo ou buscar provedores gratuitos
com este tipo de ferramental.
Não use a falta de dinheiro como muleta para justificar que você não tenha um site, ou melhor, não utilize a falta de dinheiro como muleta para justificar nada.
Talvez você não tenha condições de contratar uma empresa para isso, mesmo assim, procure sites gratuitos onde você pode desenvolver este portal, gaste seu tempo e dedique-se a tornar este site bonito e agradável para o leitor.

Não esqueça de colocar nele o conteúdo que tem produzido, para ajudar a indexá-lo nos buscadores.
Quando o cliente busca pelo seu nome, ele deve encontrar seu site e seu conteúdo, porém, inevitavelmente, ele vai se deparar com suas redes sociais.
Se o cliente, buscando um profissional que terá a responsabilidade de cuidar de um processo criminal, que lida diretamente com a liberdade, encontrar sua rede social, ela deve estar apta a recebe-lo.
Isso significa que o cliente que te achou no Facebook não pode chegar lá e encontrar o advogado da farra, cheio de fotos na balada ou tomando sua bebida dentro do carro.
A maioria das pessoas é hipócrita, tem isso em sua natureza, ou seja, o seu cliente pode até ser um frequentador de baladas, que adore beber e curtir suas noitadas, mas, ainda assim, vai te achar irresponsável se o vir fazendo o mesmo. Nesse casso, ele não quer contratar um igual e sim uma imagem coerente com suas preconcepções daquilo que seria um profissional confiável.
Outra coisa que o cliente não deve encontrar em suas redes é uma pessoa que vive reclamando da vida, de dinheiro ou de não conseguir clientes.

É bom ressaltar que seus amigos, e os contatos deles, também são propensos clientes, logo, mesmo que suas redes sejam bloqueadas, o seu futuro cliente vai acabar tendo acesso.
Não estar ao alcance de seu cliente na internet é um erro, causar uma impressão ruim ao ser encontrado é ainda pior.
Tome cuidado para não extrapolar os limites impostos por nossa legislação da advocacia, não chame clientes em seu texto, não peça para que entrem em contato com você, apenas mostre que tem o conhecimento e a desenvoltura necessários e eles virão sem que os convide diretamente.

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Marlon Ricardo
Marlon Ricardo
Advogado Criminalista e Professor de Direito Penal. Dono do canal "Penal é Legal" do youtube.
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